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Vimos o filme na Catequese…  É simplesmente lindoooo….

Vídeo com música e cenas do filme…

Aconselho a que todas as pessoas vejam o filme… É lindo!

 

 

 

 

Sei que é uma língua esquisita… Mas, se se vir a tradução, é bonito… pelo menos, acho…

=)

Molitva…

      Todos temos as nossas…

            Na Catequese falámos sobre um encontro de jovens que ia haver. Combinámos para irmos todos juntos. Mas faltava uma coisa. Tínhamos que levar um cajado que caracteriza-se o grupo, mas ao mesmo tempo cada um de nós.

            Surgiu a ideia das fitas. Cada fita tem um pouco sobre nós e, no fim, foram todas cozidas umas às outras, para simbolizar o grupo. Esta, foi a primeira parte do dia e ele ainda não tinha chegado.

            Então, no Domingo, encontrámo-nos ao pé da Igreja Matriz. Apesar da ameaça do tempo, estávamos de bicicleta e decididos a chegar ao local onde estaria toda a gente. Pusémo-nos a caminho. E, finalmente, chegámos.

            Bem… fomos para dentro da Igreja da Gafanha da Encarnação e, depois de alguns minutos de ansiedade, a perguntarmo-nos o que íamos fazer, começámos a cantar, todos juntos. Levantávamo-nos e, ora punhamos os braços no ar, ora os passávamos pelos ombros uns dos outros, sempre a cantar (e a rir).

            Depois, os cajados de todos os grupos de catequese que lá estavam (e que, afinal de contas, não eram poucos) foram levados para o altar. E o desafio principal do dia foi-nos lançado: ser Herói por um dia com Jesus Cristo.

            A cantar (ou a gritar – num bom sentido, é claro) fomos para o Centro Cultural da Gafanha da Encarnação. Depois de nos termos organizado (mais ou menos), estivemos a ver as actuações das várias paróquias. Nós mesmos fomos actuar.

            A parte melhor veio depois. Fomos, pelas ruas, a cantar (desta vez, era mesmo a cantar), todos juntos e em uníssono, de volta à Igreja onde assistimos a uma missa. Foi muito divertido. Cantámos tanto… mas mais que cantar, sorrir… Foi bom.

            No fim da missa, foi-nos  lançado outro desafio, que se veio a revelar interessante: trocar as pulseiras que tínhamos (cada paróquia tinha fitas de cor diferente) com alguém de outra paróquia, mas acima de tudo, com alguém que não conhecíamos.

            Lanchámos, depois, no Centro Cultural, sabendo que o dia estava quase a acabar. Voltámos todos juntos, para casa, ainda a cantar as músicas que tínhamos aprendido e que, julgo, nunca vamos esquecer.

 

 

 

 

 

            Mas agora, depois de ter lido o quee screvi, parece-me tudo muito superficial. Parece que a ideia que passa não era aquela que eu desejaria. Mas quem lá esteve percebe. Porque só quem lá esteve sabe o que sentimos, sabe a alegria, os sorrisos e todas as coisas que fizemos juntos…

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