Vimos o filme na Catequese…  É simplesmente lindoooo….

Vídeo com música e cenas do filme…

Aconselho a que todas as pessoas vejam o filme… É lindo!

 

 

 

ainda falta :P primeiro vem os exames depois vem as ferias!

Neste “heroi por um dia” temos um espaço de partilha entre os adolescentes do nosso arciprestado e tendo em conta que temos um 9º ano comum nestas coisas e como acredito deve haver mais que uma paróquia a celebrar esta festa que é a do compromisso, senti-me impelido a partilhar convosco um pequeno texto sobre o Compromisso, para a missa da nossa festa.

Então aqui vai ele…

Hoje, vamos celebrar a festa do compromisso do 9º ano e em comunidade juntamente com toda a comunidade vamos comprometermo-nos hoje com algo, algo que desejamos nos faça crescer e andarmos mais conscientes deste Cristo pelo qual nos tornamos “Heróis por um dia”, este Cristo que nos motiva, que nos faz continuar a crescer. Ao longo desta Eucaristia vamos pensar, reflectir, interiorizar esse mesmo compromisso nosso para com Cristo. Este compromisso que convidamos todos os que estão presentes nesta Eucaristia a pensar no seu interior qual será para cada um e a assumi-lo perante Cristo.

Olá o grupo simplus (Maria Durão e Luis Roquette) tem um site onde se pode sacar algumas musicas gratis e ouvir, em que eu gosto particularmente de algumas. recomendo!vejam aqui: http://www.santidade.net/musicas.htm

Só no Amor

Quero ser
Um momento, um sonho novo
Uma quimera
Pintar a vida em tons de amizade
E primavera!

Grita bem alto ao mundo esquecido
Que só no amor o homem é livre,
É a certeza de que a vida só assim
Tem sentido!

Acredita
Longe pode chegar a alegria,
Porque na alma
Que te habita não há noite,
Vive o dia!

Ser profeta
Desafio novo que em ti brilha
P’ra construir
Uma nova família
Na partilha!

 

Sei que é uma língua esquisita… Mas, se se vir a tradução, é bonito… pelo menos, acho…

=)

Molitva…

      Todos temos as nossas…

Quem se lembra das de 2005 em Colonia? Este ano é em Sidney… que sonho! vejam o video de motivação!

            Na Catequese falámos sobre um encontro de jovens que ia haver. Combinámos para irmos todos juntos. Mas faltava uma coisa. Tínhamos que levar um cajado que caracteriza-se o grupo, mas ao mesmo tempo cada um de nós.

            Surgiu a ideia das fitas. Cada fita tem um pouco sobre nós e, no fim, foram todas cozidas umas às outras, para simbolizar o grupo. Esta, foi a primeira parte do dia e ele ainda não tinha chegado.

            Então, no Domingo, encontrámo-nos ao pé da Igreja Matriz. Apesar da ameaça do tempo, estávamos de bicicleta e decididos a chegar ao local onde estaria toda a gente. Pusémo-nos a caminho. E, finalmente, chegámos.

            Bem… fomos para dentro da Igreja da Gafanha da Encarnação e, depois de alguns minutos de ansiedade, a perguntarmo-nos o que íamos fazer, começámos a cantar, todos juntos. Levantávamo-nos e, ora punhamos os braços no ar, ora os passávamos pelos ombros uns dos outros, sempre a cantar (e a rir).

            Depois, os cajados de todos os grupos de catequese que lá estavam (e que, afinal de contas, não eram poucos) foram levados para o altar. E o desafio principal do dia foi-nos lançado: ser Herói por um dia com Jesus Cristo.

            A cantar (ou a gritar – num bom sentido, é claro) fomos para o Centro Cultural da Gafanha da Encarnação. Depois de nos termos organizado (mais ou menos), estivemos a ver as actuações das várias paróquias. Nós mesmos fomos actuar.

            A parte melhor veio depois. Fomos, pelas ruas, a cantar (desta vez, era mesmo a cantar), todos juntos e em uníssono, de volta à Igreja onde assistimos a uma missa. Foi muito divertido. Cantámos tanto… mas mais que cantar, sorrir… Foi bom.

            No fim da missa, foi-nos  lançado outro desafio, que se veio a revelar interessante: trocar as pulseiras que tínhamos (cada paróquia tinha fitas de cor diferente) com alguém de outra paróquia, mas acima de tudo, com alguém que não conhecíamos.

            Lanchámos, depois, no Centro Cultural, sabendo que o dia estava quase a acabar. Voltámos todos juntos, para casa, ainda a cantar as músicas que tínhamos aprendido e que, julgo, nunca vamos esquecer.

 

 

 

 

 

            Mas agora, depois de ter lido o quee screvi, parece-me tudo muito superficial. Parece que a ideia que passa não era aquela que eu desejaria. Mas quem lá esteve percebe. Porque só quem lá esteve sabe o que sentimos, sabe a alegria, os sorrisos e todas as coisas que fizemos juntos…

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